Este é mais um exemplo da forma como quem tem poder para aplicar a lei aplica no sentido dos seus interesses pessoais e não da comunidade que devia servir.
Neste caso, em que a lei poderia ter sido aplicada com Justiça, o director do CED de Pina Manique da Casa Pia de Lisboa, Jorge Lemos, optou por não usar o seu poder de aceitar a justificação da falta da colega sindicalista, numa clara afronta a todos os professores da instituição e do país.
Este tipo de perseguição à actividade sindical tem sido de resto uma constante deste governo. Ainda temos frescas na memória a invasão da polícia à sede sindical da região de Coimbra em vésperas de uma acção de protesto e das campanhas de descredibilização em relação aos professores e seus representantes.
Espero que os tribunais reponham a justiça e o bom senso neste processo.
Força colega Isilda!