sexta-feira, 27 de novembro de 2009

A injustiça da aplicação da lei sem ética

Este é mais um exemplo da forma como quem tem poder para aplicar a lei aplica no sentido dos seus interesses pessoais e não da comunidade que devia servir.
Neste caso, em que a lei poderia ter sido aplicada com Justiça, o director do CED de Pina Manique da Casa Pia de Lisboa, Jorge Lemos, optou por não usar o seu poder de aceitar a justificação da falta da colega sindicalista, numa clara afronta a todos os professores da instituição e do país.
Este tipo de perseguição à actividade sindical tem sido de resto uma constante deste governo. Ainda temos frescas na memória a invasão da polícia à sede sindical da região de Coimbra em vésperas de uma acção de protesto e das campanhas de descredibilização em relação aos professores e seus representantes.
Espero que os tribunais reponham a justiça e o bom senso neste processo.
Força colega Isilda!

Público - Docente acusa Casa Pia de não respeitar sindicalistas

Público - Docente acusa Casa Pia de não respeitar sindicalistas

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Jornal "O Público", dia 25 de Novembro

DOCENTE ACUSA CASA PIA DE NÃO RESPEITAR SINDICALISTAS



Na pág. 13 do Jornal " O Público" de 25 de Novembro, saiu uma notícia sobre a falta que a direcção da Casa Pia e o director de Pina Manique injustificaram à professora e dirigente sindical do SPGL, Isilda Andrade. A professora e sindicalista não estará presente em próximas reuniões sindicais negociais com os elementos da direcção da Casa Pia, como forma de protesto pela decisão da Casa Pia de lhe injustificar uma falta a duas reuniões de Conselho de Avaliação, quando a docente esteve presente numa reunião com a própria direcção da Casa Pia e marcada pela própria direcção, que se realizou ao mesmo tempo que as outras reuniões.
O caso é caricato, tanto mais que as justificações da falta desapareceram e a Casa Pia alegou que a professora não justificou nada e por isso lhe marcou uma falta injustificada. Mas as justificações apareceram, a Casa Pia assumiu ter prestado declarações falsas, no entanto, mantém a falta injustificada à professora. Esquisito. Leiam e comentem

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Falta injusta na Casa Pia de Lisboa, ou perseguição aos professores que democraticamente exprimem as suas opiniões?

Esta questão é aquela que queremos ver respondida. Com este Blog queremos dar um contributo para elucidar a opinião pública sobre um processo kafkaniano de perseguição à idoneidade e honra de uma professora que também é sindicalista.